Pelas Comunidades – José Murialdo Gomes

Pistas dos mais chatos 2009

Inúmeros emails a coluna recebeu solicitando a  lista dos mais chatos da cidade  2009. A lista não será divulgada, até  por ser uma brincadeira e para não deixar ninguém chateado. Mas nada impede de dar algumas dicas de quem compõe essa lista.

Ela tem em sua relação 18 nomes, sendo que dez são efetivos e oito são suplentes. Na lista dos efetivos temos dois advogados,dois radialistas,um vendedor de automóveis,um arquiteto, um dirigente partidário,um empresário da comunicação, um aposentado da justiça e um empresário do ramo de combustíveis. A dica está dada.
 
  Confira as dicas do IDEC sobre Material Escolar     
         
 Enquanto as crianças ainda curtem as férias do colégio, já é hora de os pais começarem a se programar para a volta às aulas. E a primeira lição que o consumidor deve aprender nessa fase é a comprar o material escolar ainda em janeiro, para evitar o estresse das longas filas, além de preços mais altos nas papelarias, tão comuns quando se deixa para a última hora.

Além disso, é importante que os pais fiquem atentos às exigências feitas pelas escolas, pois não é raro haver abusos. Para fugir dos problemas, confira as dicas do Idec sobre a compra do material.

Na papelaria

- Antes de sair à caça dos produtos, verifique os itens que o seu filho usou no ano passado; os que estiverem em bom estado podem ser reutilizados. Estojo, tesoura e dicionário, por exemplo, normalmente duram bastante.

- Bater pernas e pesquisar bastante também é muito importante! Compare marcas e estabelecimentos e fique atento, principalmente, aos preços dos livros didáticos, que costumam pesar mais no bolso. Nesse caso, prefira comprá-los diretamente da editora.

- Para tentar economizar um pouco mais, a dica é reunir um grupo de pais para ir às compras, afinal, no atacado é sempre mais barato.

Evite artigos sofisticados e com características de brinquedo, pois, além de serem mais caros, eles podem distrair a atenção da criança na aula. Produtos licenciados também não são recomendados. “Os artigos com personagens da moda são sempre mais caros, pois a indústria precisa pagar para utilizar determinada imagem nos cadernos, fichários etc”, alerta Mariana Ferraz, advogada do Idec.

Preste atenção à embalagem dos materiais: devem conter informações claras e precisas a respeito do fabricante, importador, composição do produto, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Na hora de pagar, lembre-se que o preço praticado no cartão de crédito deve ser igual ao cobrado à vista e exija nota fiscal detalhada, com discriminação do produto adquirido: sua marca e preço individual e total.

De olho na lista do colégio

O estabelecimento de ensino não pode solicitar, na lista de materiais, produtos de uso coletivo, como os de higiene e limpeza.

A escola não pode exigir marcas ou locais de compra específicos para o material, tampouco que os produtos sejam adquiridos no próprio estabelecimento de ensino. A regra não vale para artigos que não são vendido no comércio, como é o caso de apostilas pedagógicas próprias do colégio. Fora essa situação, a exigência de compra na escola configura “venda casada” e é expressamente proibida pelo artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A instituição só pode recomendar que a criança não reutilize um livro usado por um irmão mais velho, por exemplo, se estiver desatualizado. Caso o conteúdo esteja adequado, não há problema algum em reaproveitar o material.

  
Reunião no Arroio
Cerca de 300 famílias que residem no Balneário Stela Maris, também conhecido como Praia do Lúcio, zona sul do Balneário Arroio do Silva, ressentem da falta de energia elétrica e água potável de qualidade em suas casas.
 
Para buscar um entendimento e a solução destes problemas, o prefeito do Balneário Arroio do Silva, Evandro Scaini sugeriu uma reunião no próximo dia 18 deste mês, às 20h30min, no Bar Litoral da Praia do Lúcio, com a presença do Promotor de Justiça Marco Antônio, presidente da OAB local, diretores da EJW (concessionária de água), Celesc, secretaria de Planejamento, departamento de Tributação, assessoria jurídica da prefeitura e moradores.
 
 “O objetivo passar aos moradores quais os critérios para que eles possam ter o direito de instalação de água e luz nas suas moradias e quais as exigências da justiça para o município”, frisa o prefeito Evando Scaini. 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Baln.  Arrroio do Silva.

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