Segundo o Instituto de meteorologia,a sensação térmica, provocada pela alta umidade do ar, chegou aos intensos 49ºC em Araranguá, quando a temperatura real era de 35,5ºC. O dia foi insuportável e à noite não deu trégua. Para os que possuem ar condicionado é uma beleza, para quem não tem, o jeito é apelar para o famoso ventilador que fica funcionando vinte e quatro horas por dia. Ahh, uma boa noticia, segundo as previsões, hoje deverá ser mais quente que ontem….
Big Brother
Tá com inveja daquela turma que fica mais tempo acordada para não fazer nada? Faça você mesmo o seu reality Show. Não sabe? Aqui vai a dica: alugue uma casa na praia e fale para seus amigos e parentes. Com certeza, no final de semana ela estará cheia de brothers querendo aproveitar um pouco de mordomia oferecida por você.
Você poderá fazer várias provas como : quem trouxe alguma coisa para comer, quem ajuda a fazer o rango, quem ajuda a limpar a bagunça que ficará no final de semana e quem deixará “algum” para ajudar a pagar a conta a luz e água que vem no final do mês. Tenho certeza que você se emocionará com os “heróis” que passarão o final de semana na sua casa e com certeza vai com a patroa no outro final de semana acampar numa barraca na praia da caçamba…
Desmaio
O calor que castiga o Rio Grande do Sul neste início de mês mostrou ao vivo seus efeitos na tarde desta quarta-feira. Antes do jogo entre Grêmio e São Luiz, o comentarista Batista sentiu-se mal e desmaiou enquanto fazia seu comentário para a TVCOM. Batista foi prontamente atendido pela equipe de emergência de uma das ambulâncias que ficam de plantão no estádio. Minutos depois, já recuperado, encerrou seu comentário ao vivo.A sensação térmica no horário passava dos 44°C em Porto Alegre
Fonte: clic rbs
Tire suas Dúvidas
1. As pessoas, físicas ou jurídicas, são obrigadas a receber pagamentos em moeda metálica?
Sim, até 100 moedas de cada valor.
2. Os bancos são obrigados a receber moedas metálicas até que limite?
Para pagamentos, até 100 moedas de cada valor. Para depósitos, devem receber a quantidade de moedas apresentada, sem limite.
3. As pessoas, físicas ou jurídicas, são obrigadas a receber cédulas rabiscadas, rasgadas e coladas ou faltando pedaço?
Não. Toda cédula danificada só vale para ser depositada, trocada ou utilizada para pagamento em estabelecimento bancário, que a enviará ao Banco Central para ser destruída.
4. Um pedaço de cédula tem valor?
Sim. Uma cédula que apresente nitidamente mais da metade do tamanho original em um único fragmento pode ser substituída, depositada ou utilizada em pagamentos diretamente na rede bancária, ou trocada no Banco Central.
5. Quais cédulas são consideradas sem valor?
São consideradas sem valor as cédulas que não apresentem em um único fragmento mais da metade do tamanho original. Havendo dúvidas em relação à perda de valor, as cédulas poderão ser encaminhadas ao Banco Central do Brasil para análise.
6. E no caso de a cédula fragmentada não ter um único pedaço com mais da metade do tamanho original, mas se todos os pedaços estiverem colados em seqüência e juntos tiverem mais da metade do tamanho total da cédula?
Essa cédula, que é classificada pelo Banco Central como dilacerada, não pode ser substituída, depositada nem utilizada em pagamentos diretamente na rede bancária.
Como a cédula não possui valor para essas operações, o cidadão pode requerer ao caixa da rede bancária que acolha a cédula e a remeta para análise de valor no Banco Central do Brasil. O cidadão receberá do caixa da instituição financeira um recibo da cédula por ele entregue, mas terá que aguardar o resultado da análise, que poderá valorizar ou não a cédula apresentada.
7. Moedas danificadas têm valor?
Moedas tortas, perfuradas, desfiguradas ou com danos de qualquer outra natureza, desde que estejam inteiras e não haja dúvidas quanto ao valor, devem ser trocadas, depositadas ou utilizadas em pagamentos na rede bancária. Moedas que não estejam inteiras ou sobre as quais haja dúvidas quanto ao valor podem ser encaminhadas para exame no Banco Central.
Fonte: Banco Central
José Murialdo Gomes – Pelas Comunidades.