Pelas Comunidades – José Murialdo Gomes

Mau atendimento

Trabalho no serviço público há 28 anos e sempre procurei atender bem a minha clientela que são os contribuintes que pagam o meu salário. Acho que quem procura algum serviço público deve primeiramente ser bem atendido, pois geralmente estamos tentando solucionar algum problema. Mas tem gente que acorda mal, muitas vezes com problemas dos mais diversos para resolver e resolve descontar no seu cliente. Seria bom os Governos investirem mais em qualificação profissional e também na área de relacionamento, pois existem servidores públicos que não poderiam nunca estar numa repartição para atender o público.

Vacina

Ontem procurei o posto de saúde para receber a vacina H1N1, pois pertenço ao grupo de doenças crônicas( sou diabético) e pasmem, a simples apresentação da receita com os medicamentos que uso não foi prova para eu receber a vacina. A atendente ainda queria que eu fosse em casa que trouxesse os remédios e os apresentasse a ela. Todo mês, recebo a visita de uma funcionária do PSF em minha casa, onde pergunta sobre a minha saúde e se estou tomando os remédios corretamente. Fiquei surpreso que na minha ficha no posto não constava que eu era diabético. Daí fica a pergunta, como a Secretaria da Saúde  pode dizer o número exato de diabéticos cadastrados no município, se na minha ficha não constava nada? Alguma coisa esta errada…

Pão com manteiga

Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou:
“Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida”.

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
“Muito obrigado por este presente, meu amor… Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!”
Moral da história:
1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe…
2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você…
3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor…
4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.
PS: Tão simples como um pão com manteiga!

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