”A cultura e os encantos do distrito de Hercílio Luz”, a primeira mostra do Museu Histórico de Araranguá deverá permanecer em exposição até o fim deste mês de abril. Depois iniciará a montagem da segunda parte da história do município.

Daniel Arino Soares Vieira
Divida em vários ambientes a exposição dedicou um capítulo ao prédio de dois pisos, hoje Centro Cultural e Museu, que já foi sede de três bancos.
Uma peça que desperta a curiosidade é o grande cofre em ferro que contém um placa do Banco Nacional do Comércio, com data de 1946. Depois foi agência do Sulbrasileiro e Meridional. No cofre há uma mostra de moedas antigas e cédulas.
Informações e objetos dos grupo indígenas, que habitavam o distrito de Hercílio Luz, a agricultura com os engenhos de farinha, e a pesca artesanal são alguns dos aspectos abordados na exposição.
O destaque é para o trabalho de duas artesãs de Ilhas: Máxima de Souza que confeccionava bonecas com palha de milho – ela faleceu em janeiro deste ano -, e Agneda da Cruz Cardoso, a “dona Picurra”, que confecciona esteiras e chapéus de palha.
Um vídeo sobre a mostra, e a religiosidade do distrito, encerram o roteiro cultural.
Segundo Daniel Arino Soares Vieira(foto), acadêmico do curos de História na Unisul e estagiário no museu, a próxima exposição terá como tema o início do povoado. “A criação da Freguesia de Nossa Senhora Mãe dos Homens, é marcada com a chegada da Santa, onde hoje é o centro da cidade”, informou.
“A Freguesia história em imagens e sons”, provavelmente será inaugurada entre o fim deste mês e o inicio de maio.
A padroeira da cidade é celebrada no dia 4 de maio.
A visitação é aberta ao público.
Museu é cultura.
Da redação.
